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A Bíblia Ou A Tradição?
O Que Permanece?
Nossa fonte de Estudo se baseará em dois
acontecimentos narrados no Apocalipse, “A Carta à igreja de Pérgamo” e o
“Terceiro Selo”.
Cremos que, nestes acontecimentos, encontramos maravilhosos raios de luz que nos conduzirão a uma importante e chocante descoberta, porém, extremamente necessária à nossa salvação |
Prefácio
É proposta deste artigo
descrever, de forma clara e precisa, a introdução de doutrinas dentro da
igreja cristã com o firme propósito de corrompê-la. Para isso, nós
utilizaremos citações de documentos que são comumente aceitos no seio
adventista.
Solicitamos ao prezado
leitor, que estude e analise estes documentos com cuidado e atenção e fim de
que nosso propósito não seja “frustrado”.
Propomos-nos ser objetivos, ou seja, ir direto ao
ponto, a fim de que o leitor possa compreender de forma clara e precisa
aonde verdadeiramente queremos chegar.
Este trabalho, por ser
fruto de pesquisa, pode estar carecido de correções e ajustes. Solicitamos,
portanto, que o amado leitor possa compreender a falta de e erudição do
autor visto que o pesquisador não obteve grau de escolaridade avançada; é,
no sentido mais restrito da palavra, um leigo.
Deus nos conduza em
busca da pura verdade bíblica. |
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“Ao anjo da igreja em Pérgamo escreve: Estas coisas diz aquele que tem a espada afiada de dois gumes: Conheço o lugar em que habitas, onde está o trono de Satanás, e que conservas o meu nome e não negaste a minha fé, ainda nos dias de Antipas, minha testemunha, meu fiel, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita. Tenho, todavia, contra ti algumas coisas, pois que tens aí os que sustentam a doutrina de Balaão, o qual ensinava a Balaque a armar ciladas diante dos filhos de Israel para comerem coisas sacrificadas aos ídolos e praticarem a prostituição. Outrossim, também tu tens os que da mesma forma sustentam a doutrina dos nicolaítas. Portanto, arrepende-te; e, se não, venho a ti sem demora e contra eles pelejarei com a espada da minha boca. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei do maná escondido, bem como lhe darei uma pedrinha branca, e sobre essa pedrinha escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que o recebe.”. Apocalipse 2:12,17.
Pérgamo significa “altura” ou “elevação”. A cidade
ficava numa elevação de cerca de 300 metros de altitude, e foi construída
por gregos eólios cerca do 1.150 A.C. A elevação era uma defesa natural,
sendo a cidade considerada inexpugnável. As Revelações do Apocalipse,
Loy A. Anderson, Casa Publicadora Brasileira, pág. 34.
Pérgamo era a sede da religião de Satanás. A esta
igreja, Cristo diz: “Eu sei as tuas obras, e onde habitas, que é onde está o
trono de Satanás.” Apocalipse 2:13. Quando os persas derrotaram Babilônia,
deram liberdade aos habitantes da cidade. Mas os sacerdotes babilônios
posteriormente promoveram uma rebelião, e foram expulsos da cidade. “os
derrotados caldeus fugiram para a Ásia Menor, e fixaram seu colégio central
em Pérgamo, e levaram consigo o paládio de Babilônia – uma pedra cúbica.
Aqui, independentes do controle do Estado, promoviam os ritos de sua
religião”. – Wlliam B. Barker, Lares and Penates, págs. 232, 233.
Pérgamo, pois, tornou-se a “sede” do sistema satânico dos mistérios de
Babilônia. As Revelações do Apocalipse, Loy A. Anderson, Casa
Publicadora Brasileira, pág. 34.
Pérgamo foi, por algum tempo, a sede deste misterioso
culto. Mas quando o rei de Pérgamo cedeu o seu reino aos romanos, este culto
foi transferido para Roma, que tem sido, a partir daí, a sede deste falso
sistema. O “título”, as “chaves” e as “vestimentas”, tudo isto foi absorvido
pelo cristianismo apostatado. Pérgamo tornou-se assim o elo entre a antiga
Babilônia e Roma... Era uma cidade de templos, sendo o mais importante deles
o de Zeus. Este templo era dedicado a Esculápio, “o
deus-serpente” ou “deus da cura” ou ainda “a serpente instruidora do homem”,
que lhe deu o conhecimento do bem e do mal. Uma serpente viva era sempre
mantida no templo de Zeus como objeto de culto. Uma famosa escola de
medicina foi também localizada ali, cujo emblema era a serpente ou caduceu
geminado em torno de um poste. Isto chegou até nós como emblema da
profissão médica. As Revelações do Apocalipse, Loy A.
Anderson, Casa Publicadora Brasileira, págs. 35, 36.
“... Começa com o reinado do imperador
Constantino, em 313 A.D., quando o poder de condenar à morte os
cristãos esposou a causa da Igreja, e mediante recompensas, editos e
promessas de cargos no Governo, procurou induzir o povo a tornar-se cristão,
trazendo para a Igreja um dilúvio de mundanismo e corrupção. Muitos
dos ritos e cerimônias pagãos previamente introduzidos na religião,
incluindo a festividade pagã, o domingo (dia do sol)”.
Estudos Bíblicos, Casa Publicadora Brasileira, Edição
de 1987, pág. 237
“Quando no ano 313, Constantino assinou o edito de
tolerância, em Milão, dando liberdade de culto aos cristãos, e pouco depois
se disse convertido, despertou a natural gratidão e admiração da igreja
perseguida. O imperador, porém, continuou sendo o pontífice máximo do
paganismo, ao mesmo tempo em que assistia aos cultos cristãos
e convocava em 325 o Concílio de Nicéia”. Seminário As Revelações do
Apocalipse, Daniel Belvedere, Casa Publicadora Brasileira, Edição de
Professor, pág. 36. Como vemos, estes são fatos comumente aceitos entre os Adventistas do Sétimo Dia!
OS SELOS DO APOCALIPSE
Embora nosso foco esteja no “terceiro
selo”, faz-se necessário esquadrinhar um pouco, antes de tudo, o primeiro
selo. Deixaremos “de fora” o segundo selo em virtude de que nosso foco é
apenas na corrupção doutrinária da igreja cristã e não na perseguição física
que ela sofreu; embora tenha sido perseguida por preservar a pureza
doutrinária e haver escolhido Cristo apenas como o seu rei, recusando-se a
curvar-se diante dos Césares.
1. O Primeiro Selo
“Vi quando o Cordeiro abriu um dos sete selos e ouvi um dos quatro seres viventes dizendo, como se fosse voz de trovão: Vem! Vi, então, e eis um cavalo branco e o seu cavaleiro com um arco; e foi-lhe dada uma coroa; e ele saiu vencendo e para vencer. Apocalipse 6:1, 2.
Jesus abre o primeiro selo. Aparece então
a figura de um cavalo branco e o seu cavaleiro que segura um arco em suas
mãos.
a) O Cavalo Branco e o Seu cavaleiro. 31 A. D. a 100 A. D.
No livro de Zacarias encontramos uma
importante profecia: “Contra os pastores se acendeu a minha ira, e castigarei os bodes-guias; mas o SENHOR dos Exércitos tomará a seu cuidado o rebanho, a casa de Judá, e fará desta o seu cavalo de glória na batalha. De Judá sairá a pedra angular; dele, a estaca da tenda; dele, o arco de guerra; dele sairão todos os chefes juntos. E serão como valentes que, na batalha, pisam aos pés os seus inimigos na lama das ruas; pelejarão, porque o SENHOR está com eles, e envergonharão os que andam montados em cavalos”. Zacarias 10:3-5.
Aqui, a profecia faz clara referência aos
líderes de Israel como “bodes-guias”. Jesus em sua vinda quando, “todas as
nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor
aparta dos bodes as ovelhas. E porá as ovelhas à sua direita, mas os
bodes à esquerda” Mateus 25:32. Cristo acertará suas contas contra
esses líderes apóstatas.
Ainda nesta maravilhosa profecia o rebanho do Senhor
seria O SEU CAVALO NA BATALHA. A igreja de Jesus em seu
primeiro século é símbolo perfeito deste cavalo branco. Segundo as
Escrituras, “o rebanho sobre o qual o Espírito Santo
constituiu bispos” é a “a igreja de Deus a qual ele
comprou com o seu próprio sangue”. Atos 20:28. Na mesma profecia, falando a
respeito de Jesus é dito, “De Judá sairá a pedra angular”,
“o arco de guerra”. Segundo o Apóstolo Paulo, é “ele mesmo, Cristo Jesus, a
pedra angular” Efésios 2:20. Jesus Cristo era descendente da tribo de Judá
segundo a carne (Ver Mateus 1:1-16; Hebreus 7:14).
O arco era um instrumento de guerra
utilizado para atingir o inimigo à distância, portanto, em seu inicio,
Cristo manteve os primeiros cristãos doutrinariamente distantes dos seus
inimigos. Assim como o cavaleiro domina seu cavalo; dando-lhe a direção e
controlando a velocidade de seu galope, Cristo era aquele que dominava,
guiava e dirigia a igreja neste período.
B)
O Cavaleiro e sua coroa.
A coroa é símbolo de realeza, de reinado e autoridade.
Somente um rei possuía estas qualificações.
“Olhei, e eis uma nuvem branca, e sentado sobre a nuvem um semelhante a filho de homem, tendo na cabeça uma coroa de ouro e na mão uma foice afiada” Apocalipse 14:14.
Nos dias do profeta Samuel o povo fez uma
terrível escolha: “E lhe disseram: Vê, já estás velho, e teus filhos não andam pelos teus caminhos; constitui-nos, pois, agora, um rei sobre nós, para que nos governe, como o têm todas as nações. Porém esta palavra não agradou a Samuel, quando disseram: Dá-nos um rei, para que nos governe. Então, Samuel orou ao SENHOR. Disse o SENHOR a Samuel: Atende à voz do povo em tudo quanto te diz, pois não te rejeitou a ti, mas a mim, para eu não reinar sobre ele”. I Samuel 8: 5-7.
Escolheram um rei humano no lugar de
Deus. Em seus corações e através de suas ímpias obras, disseram a Deus, “Retira-te
de nós! Não desejamos conhecer os teus caminhos”. Jó
21:14.
Nos dias de Cristo os líderes religiosos
também fizeram sua escolha:
“Disse-lhes Pilatos: Hei de crucificar o
vosso rei? Responderam os principais sacerdotes: Não
temos rei, senão César!” João 19:15.
Assim foi e assim será. A igreja apóstata
é a igreja governada pelo Césares e não por Cristo. “Cristo é o Cabeça da Igreja” Efésios 5:23. A igreja de Cristo não possui governante humano porque o seu “reino não é deste mundo” João 18:36 e a igreja de Cristo (aqueles que são seus súditos) igualmente “não pertence a este mundo” João 15:19.
O TERCEIRO SELO
A Escritura descreve assim o terceiro
selo: “Quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente dizendo: Vem! Então, vi, e eis um cavalo preto e o seu cavaleiro com uma balança na mão. E ouvi uma como que voz no meio dos quatro seres viventes dizendo: Uma medida de trigo por um denário; três medidas de cevada por um denário; e não danifiques o azeite e o vinho”. Apocalipse 6: 5,6.
Neste selo, é descrita não mais a igreja
de Cristo, mas outra igreja. Voltemos à profecia de Zacarias 10. “Contra os pastores se acendeu a minha ira, e castigarei os bodes-guias; mas o SENHOR dos Exércitos tomará a seu cuidado o rebanho, a casa de Judá, e fará desta o seu cavalo de glória na batalha. De Judá sairá a pedra angular; dele, a estaca da tenda; dele, o arco de guerra; dele sairão todos os chefes juntos. E serão como valentes que, na batalha, pisam aos pés os seus inimigos na lama das ruas; pelejarão, porque o SENHOR está com eles, e envergonharão os que andam montados em cavalos”. Zac 10:3-5.
A) O Cavalo preto e seu cavaleiro.
Perceba como começa a profecia. “Contra
os pastores se acendeu a minha ira,
castigarei os bodes-guias” (Zacarias 10:3).
Quem são os “pastores” e os “bodes-guias”
da profecia? Não é difícil decifrar. Assim como a Igreja pura tem Jesus como
o seu único Pastor. A Igreja apóstata é guiada por pastores e líderes
humanos. A respeito destes disse Cristo: “Deixai-os; são cegos, guias de cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco”. Mateus 15:14.
Quem é, portanto, o cavalo preto montado
pelo cavaleiro? Disse Jesus, “Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis
satisfazer-lhe os desejos” João 8:44. Todos aqueles que fazem a vontade do
diabo, pertencem á igreja apóstata. Aqueles que são guiados pelos homens em
vez de Cristo, pertencem ao exército inimigo, representam o cavalo preto do
terceiro selo do apocalipse, cujo cavaleiro é o próprio diabo e seus
representantes, a besta (O homem da iniqüidade, ou seja, o homem do 666) e
seus líderes aliados (das igrejas apóstatas).
O texto do profeta fala de uma Batalha
entre cavaleiros e seus cavalos (Zacarias 10: 1,5). O próprio Apocalipse diz
que: “E houve batalha no céu: Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão; e batalhavam o dragão e os seus anjos” Apocalipse 12:7. E que este dragão foi fazer “guerra ao resto da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus Cristo” Apocalipse 12:17.
Portanto, existe uma guerra, onde, de um
lado está o Capitão dos Exércitos do Senhor, Jesus, o seu cavalo branco que
representa a sua igreja, e ainda em sua companhia os seus anjos celestiais.
Do outro, o Capitão do Exército da escuridão: Satanás e os seus
subordinados, o cavalo negro, a igreja apóstata, a besta, o falso profeta e
os exércitos dos anjos caídos.
O PERÍODO DO CAVALO PRETO
O período do terceiro selo corresponde ao
período da igreja de Pérgamo (313 D.C a 538 D.C)
“O Cavalo “preto” muito bem representa a
escuridão espiritual que caracterizou a igreja do tempo de
Constantino até o estabelecimento da supremacia papal, em 538 D.C”.
Estudos Bíblicos, Casa Publicadora Brasileira, Edição de 1987, pág. 240.
CONCÍLIOS CATÓLICOS
Agora, O Senhor nos revela algo
fantástico e impressionante.
O que ocorreu neste período (313 A.D a
538 A.D) para que a igreja deixasse de ser cristã e se tornasse pagã? Dentro
deste período da história ocorreram vários concílios católicos,
mencionaremos dois concílios católicos. O primeiro foi o de Nicéia
em 235 A.D. e o outro em 381 A.D, o Concílio de Laodicéia, e o terceiro o
Concílio de Constantinopla 381 A. D.
1. Concílio de Nicéia (325 A.D.)
Neste concílio, tratou-se da Divindade de
Jesus Cristo e sua posição na “Santíssima Trindade”. Aqui, foi decidido que
Cristo era co-eterno, co-igual e consubstancial com o Pai. Ele não era
criado, mas sempre existente na eternidade passada. O primeiro concílio de Nicéia teve lugar durante o reinado do imperador romano Constantino I (o primeiro imperador romano a aderir ao cristianismo) em 325. Foi a primeira conferência de bispos ecumênica (do Grego oikumene, "mundial") da igreja católica. Lidou com questões levantadas pela opinião Ariana da natureza de Jesus Cristo - Se Deus, homem ou alguma mistura. Acabou por decidir contra a opinião dos arianos, em favor da trindade. Nicéia (hoje İznik), é uma cidade da Anatólia (hoje parte da Turquia).
Uma outra das decisões do concílio de Nicéia
consistiu na transferência do dia de descanso semanal do Sábado para Domingo.
Antes da religião cristã conseguir o reconhecimento oficial de Roma, judeus
e cristãos tinham tradições e festejos em comum. Fonte: pt.wikipedia.org
(Enciclopédia Oline).
O leitor pode notar que nenhuma
literatura adventista comenta sobre a introdução da trindade no Concílio de
Nicéia, mas sobre a mudança do sábado para o domingo existem descrições
fartas nos livros adventistas, mesmo tendo ocorrido no mesmo Concílio. Por
que será? O leitor será o juiz.
Veja agora o que disse o pr. Alejandro
Bullón em seu livro O TERCEIRO MILÊNIO e as Profecias do Apocalipse,
comentando o terceiro selo, e o período do cavalo preto:
A cor preta fala por si mesma. É a antítese do branco.
E se cavalo branco simboliza o período da pureza da igreja, você já pode
imaginar o grau de degradação representado por este terceiro cavaleiro. Essa
é a igreja que vai até o início da Idade Média. Nesse período da
história, a Igreja não foi capaz de manter pura a adoração ao único e
verdadeiro Deus, nem prestou obediência fiel à Sagrada Escritura.
Contaminou-se com uma montanha de tradições humanas e costumes pagãos...Naquele
período da igreja, os filhos de Deus, guiados por seus líderes se afastaram
completamente dos Ensinos da Bíblia. Por isso foi um período escuro. À
medida que crescia o poder do líder da Igreja cristã de Roma, as trevas se
tornavam mais densas. A Fé e a obediência passaram de Cristo, o
verdadeiro fundamento, para o líder humano da igreja. Págs.
42, 43.
“Foi a Igreja Católica que, por autoridade de Jesus
Cristo transferiu esse descanso para o domingo, em memória da ressurreição
de nosso Senhor Jesus Cristo; de modo que a observância do domingo
pelos protestantes é uma homenagem que prestam, independentemente de sua
vontade, à autoridade da Igreja”. O Monitor Paroquial de 26 de
agosto de 1926, Socorro, Estado de São Paulo. Grifos nossos. Citado no
livro, Estudos Bíblicos, Editora Casa Publicadora Brasileira, Edição de
1987, página 383, capítulo - A MUDANÇA DO SÁBADO. Se os protestantes prestam homenagem à Igreja Católica quando guardam um dia que é inteiramente uma INSTITUIÇÃO CATÓLICA, pois fora promovido pela Igreja de Roma em um Concílio. Então, igualmente todos os protestantes que observam esta instituição católica (a trindade), prestam inteira homenagem ao Sumo-pontífice de Roma.
OS CONCÍLIOS CATÓLICOS E A
TRADIÇÃO
O Catecismo do Católico de Hoje, Editora
Santuário, na página 37 declara: “Numa determinada época, um produto da tradição pode exercer um papel especial na transmissão da fé [74-83]. Os documentos dos concílios ecumênicos são disso os principais exemplos. Concílio ecumênico é uma assembléia oficial de todos os bispos do mundo que estão em comunhão com o papa, com a finalidade de tomar decisões. Os ensinamentos de um concílio ecumênico – produtos da tradição no sentido estrito desempenham uma função decisiva no processo da tradição [874].
Quando estudamos matemática descobrimos
que o produto é o RESULTADO de uma multiplicação. Assim, os ensinos
(doutrinas) estabelecidos por um concílio são produtos da tradição, ou seja,
nada tem a ver com ensinamentos bíblicos.
Para que não fique somente no testemunho
católico, veja o que o livro que transcreve as Crenças Fundamentais dos
Adventistas do Sétimo Dia, comenta sobre o assunto:
Ao longo
dos séculos a Igreja estabelecida adotou muitas crenças, dias santificados e
símbolos do paganismo.
Quando as vozes se erguiam contra estas abominações, a Igreja de Roma
assumia o direito único de interpretar as Escrituras. A Igreja, e não
a Bíblia, tornou-se a fonte final de autoridade (veja o primeiro
capítulo deste livro). A Igreja argumentava que existiam duas fontes de
verdade divina: (1) As Sagradas Escrituras e (2) a tradição católica,
que consistia dos escritos dos Pais da Igreja,
os decretos de concílios eclesiásticos,
credos aprovados e cerimônias da Igreja.Sempre
que as doutrinas da Igreja fossem apoiadas pela tradição mas não pelas
Escrituras, prevalecia a tradição. Crentes comuns não possuíam
autoridade para interpretar as doutrinas que Deus revelou nas Escrituras.
Essa autoridade residia tão-somente na Igreja Católica. Nisto Cremos,
pág. 220, Casa Publicadora Brasileira, Edição 2003.
Você já viu quais foram as decisões do Concílio de
Nicéia: Trindade e Mudança do Sábado para o Domingo. É interessante que o
próprio Livro (Nisto Cremos) tenha em suas páginas transcrito a doutrina
católica da trindade, quando ele mesmo afirma que os decretos dos concílios
eclesiásticos são tradições humanas.
Vejam agora o que diz o livro Estudos
Bíblicos da Casa Publicadora Brasileira sobre a Tradição Católica:
“Há duas taças, a taça do Senhor e a taça de Babilônia.
O vinho na taça do Senhor representa a verdade viva, “Como a verdade é em
Jesus;”o vinho na taça de Babilônia representa suas falsas doutrinas,
a SUBSTITUIÇÃO da palavra viva e lei de Deus pela TRADIÇÃO HUMANA...”
a citação seguintes e estabelece a posição da igreja de Roma no tocante à
tradição: “Embora essas duas correntes [a bíblia e a tradição] sejam em si
mesmas, em virtude de sua origem divina, igualmente santas, e estejam ambas
repletas de verdades, mesmo assim, entre as duas, a tradição é para
nós mais clara e mais segura” – Fé Católica, Rev. José Faa Di
Bruno, D, D. (Católico Romano) pág. 45. Estudos Bíblicos, artigo – A Queda
da Moderna Babilônia, pág. 213. “Quando as professas igrejas repudiam o princípio fundamental do protestantismo pondo de parte a autoridade da palavra de Deus, aceitando em seu lugar especulações humanas, adotaram o princípio fundamental da moderna Babilônia, e podem ser chamadas filhas de Babilônia. Sua queda está então incluída na de Babilônia, e exige uma proclamação da queda da moderna Babilônia”. Estudos Bíblicos, Casa Publicadora Brasileira, artigo - A queda da moderna Babilônia, pág. 213, 214.
Veja a ilustração seguinte:
A tradição humana e a Palavra de Deus são
contrárias entre si. Ao escolher a tradição estamos rejeitando a Palavra de
Deus. Por este motivo disse Jesus: “... assim, invalidastes a palavra de Deus, por causa da vossa tradição” Mateus 16:5.
Deus possa abrir nossos olhos para as
claras evidências da corrupção doutrinária que tem invadido a igreja.
Marcelo Gomes.
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